Report Nacional – Alexandre Braga – Vice Campeão Nacional

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Fala pessoal,aqui quem fala é o Alexandre Braga, 2º colocado do nacional de 2015, conhecido no Rio como Harry Potter. Primeiramente tenho que agradecer ao pessoal de Minas que me chamou e deu esse espaço para eu falar como foi a minha experiência no torneio.

Para os que não me conhecem, eu jogo Pokémon TCG desde o final de 2011 e esse foi meu 4º nacional (1º como master). Ano passado ainda como sênior alcancei a o top 4, fora isso não obtive mais resultados expressivos em nacionais.

Não da pra falar do torneio sem falar primeiro da escolha do deck. Desde o lançamento da roaring skies eu já via o Groudon como uma força em potencial, devido ao mega turbo, mas ainda estava na duvida de como eu devia usá-la. O primeiro teste com o deck que eu fiz foi junto com Shaymin EX que proporcionaria um aceleramento do deck para tentar sempre deixá-lo armado no T2. Acabei insistindo muito nesse deck mas não via nele uma constância, se o groudon não era montado no T2, o deck perdia a força. Como segunda opção optei pelo Land/Bats, um deck q eu já conhecia e achava que podia continuar forte, mas via uma desvantagem tremenda nas partidas contra sapo e Rayquaza incolor (essa um pouco menor). Eis então que na quinta anterior ao nacional eu decido pegar o deck de groudon/wobbuffet para testar e fico muito feliz de poder destruir qualquer sapo que eu visse sem passar pela dor de cabeça de ter suas energias removidas ou perder o ataque do turno porque estava dormindo e não tinha reação, acho também que todos deviam experimentar isto, é muito divertido.

Pronto, meu deck estava decidido,seria Groudon.

Vamos a lista:

Pokémon ( 11 )

3 Groudon Ex
3 Primal Groudon Ex
4 Wobbuffet
1 Shaymin Ex

 

 

Trainers ( 38 )

4 Juniper
2 N
3 Korrina
1 Colress
1 Teammates (essa carta é horrível, não usem)
2 Lysandre
1 Lysandre’s Trump Card
3 VS Seeker
4 Mega turbo
2 Switch
2 Ultra ball
1 Battle compressor
1 Professor’s letter
2 Focus sash
1 Hard charm
1 Groudon spirit link

1 Scramble switch

2 Scorched earth
2 Silent lab
2 Fighting stadium

Energias(11)

7 Fighting
4 Strong

 

Rodada 1 – Lucas Lemos Costa (Land/Bats)

Mais um nacional começando, sempre rola aquela ansiedade e vontade ir ao banheiro, mas quando o jogo começa tudo passa. Enquanto eu e o Lucas embaralhávamos o deck, eu olhei pro lado e vi o SonSon com um deck de LanBats com Focus Sash, meu maior pesadelo. Set up pronto víramos nossos básicos e lá estava o temido zubat. O focus sash já começava a me amedrontar. No primeiro jogo eu saí atrás na troca de prêmios, o deck dele começou pegando 4 prizes com a ajuda dos morcegos, Landorus e lasers nos meus wobbuffets. O grande erro dele foi não focar no Groudon no banco. 6 prizes a 2 eu uso e N e parto pra cima com o primal, o Lucas ficou zicado por um tempo mas conseguiu ir me dando dano de pouco em pouco, quando ele saiu da zica meu Groudon tinha 60 de vida e um hard charm e eu tinha 2 prizes. Ele deu ultra ball pra hawlucha e cyclone num crobat, o erro dele foi descer esse hawlucha, eu dei lysandre matei e o máximo de dano que ele conseguiu me causar foi 50 com a evolução de um golbat mais skill dive com muscle band, já que o último hawlucha tava no prize.

O segundo jogo começou parecido só que tinha um problema, 2 groudons tavam no prize, consegui montar o primal e pegar 2 prizes e pegar um dos groudons, mas depois disso tomei um N. Mesmo sem nada útil peguei mais um prize e no mesmo turno ele conseguiu nocautear o primal e usar N pra 3, depois disso foi só um landorus com uma strong e uma muscle batendo 120 nos meus Wobbuffets até o GG. Quando o terceiro jogo começou, nós não tinhamos muito tempo. Consegui fazer o primal e ir pra cima, mas no turno do meu primeiro ataque os 3 turnos foram anunciados e eu sabia que precisaria de mais 4 ataques pra ganhar.

0/0/1

Rodada 2 – Gustavo Marques (AromaBox)

O primeiro jogo eu abri com 2 Groudon e 2 Primal na mão e algumas energias. Logo de início eu reparei ele também não tinha começado muito bem, enquanto ele me lockava com os quaking punchs, montei um groudon na frente pra tankar e fui botando energias em um do banco, quando esse morreu eu subi com o segundo e matei um sapo. Ele volto de aegislash me batendo 60, silent lab em campo e eu matei, 2 prizes a 4, ele subiu um yveltal com duas doubles e uma rainbow matando o Groudon. Meu terceiro Groudon foi pro ativo e com um Lysandre no Darkrai EX e garanti a vitória.

O segundo jogo começou parecido pra mim, poucos supportes e um groudon sendo armado no banco. Depois dele matar o primeiro subo com segundo pra matar um sapo, antes disso dei N pra tentar descer algum básico, não veio, matei o sapo. O Gustavo sobe um Trevenant EX com muscle e desce a terceira rainbow garantindo os 260 de dano.

Meu terceiro jogo começou bem melhor. Fui energizando um Groudon na frente e dessa vez nao estava zicado, mas cometi o erro básico de nao usar vs seeker pra voltar os supporters pra minha mão. Groudon com duas energias na frente e ele me locka, mas eu tinha hard charm, tomei só 10 de dano. Mesmo com o primal na mão optei por trocar ataques com ele porque com o fighting stadium em campo ganhria a troca, bati 50 de rip claw. Esse processo se repetiu até a morte do Seismitoad. Como ele nao tinha muito o que fazer, depois que eu sai do lock e consegui armar o primal com mega turbos, eu levei o jogo em 2 turnos.

1/0/1

Rodada 3 – Gabriel Semedo (VirGen/Manectric)

Eu joguei várias vezes contra o Semedo durante a temporada e não tinha ganho nenhuma md3, mas fui pra partida confiante como sempre. Não me lembro muito bem de como foram nossos 2 primeiros jogos, só que eu ganhei o primeiro e ele o segundo. No terceiro jogo eu já havia reparado que ele não usava muscle band e precisaria bater 2 vezes de manectric no meu Groudon no banco pra matar de Genesect e nesse jogo eu liguei um hard charm T1 que foi muito importante. Começamos o jogo com 17 minutos pro final, eu saí na frente e perto do fim ele começou a gastar as cartas deles pra passar o tempo e tentar arrancar o empate, mas pra mim o jogo estava administrado, até ele descer um Zapdos que eu nem sabia o que fazia. No nosso jogo só teve a função de me fazer perder um turno, pegando somente um prize e atrasando meu jogo. Foi durante o meu turno seguinte que os 3 turnos foram anunciados. Tinha que matar dois Pokémons em dois turnos, a primeira coisa que eu fiz foi olhar o meu deck e ver que ainda tinha dois estádios, usei a juniper e na sétima carta consegui o estádio. Queimei minha mão inteira com medo de tomar um N e matei o Virizion, no prize peguei um silent lab. Ele usou N e começou a comprar o deck com as acro bikes pra tentar pegar a plasma e me fazer perder o turno com algo travado na frente. Se eu não me engano o deck dele acabou com duas cartas e uma delas era a plasma. Precisava de um estadio ou lysandre pra ganhar. O N veio com uma strong e meu top deck foi o silent lab pra vitória.

2/0/1

Rodada 4 – Augusto Lespier (Shaymin/Trevenant)

Esta partida seria transmitida na stream, tinha que fazer bonito. Não fazia idéia de que deck ele poderia estar usando, mas me lembrava de já ter perdido pro night march dele. Então achei que algo como raichu era uma opção e já comecei a ficar com medo.

Ele começou o primeiro jogo e virou o phantump, o famoso trevenant T1 não foi possível, mas eu estava muito zicado nesse jogo que o trevenant t2 foi suficiente. Não demorou muito ate eu conceder por causa daquela árvore batendo 90 todo turno. O segundo jogo eu comecei de wobbuffet e dei uma juniper em 2 energias,  não consegui o groudon. Ele usou wally t1 pra trevenant e eu fui obrigado a descartas mais 3 energias no T2. O que já me fez começar a pensar nas energias, pois sabendo que eu tinha só mais 6 no deck, sem saber se elas tavam no prize e também sabendo que era possível ele usar head ringer no meu groudon (já q eu não podia ligar tool) sabia que iria precisar usar mais 5 naquele jogo. Na minha juniper, veio um Groudon com 3 das 6 energias. Com os turnos eu fui ligando elas, evoluí pra primal e dei sorte de comprar as últimas 2 energias que estavam no deck. Isto tudo combinado ao fato de que o Lespier não tava conseguindo me atacar o que me deu muito tempo pra armar o meu jogo. Depois do wobbuffet morrer pro poison meu primal levou tudo.

O terceiro jogo foi muito parecido com o segundo, com exceção da parte em que eu descarto várias energias no início (o que facilitou a minha vida). Novamente ele demorou muito a começar a atacar. Até o fim do jogo, meu primal só perdeu 130 de vida e matou 2 Shaymins e 2 Trevenant sem muitas dificuldades.

3/0/1

Rodada 5 – Rafael Fuchs (Seismitoad/Shaymin)

Quando eu vi o meu oponente dessa rodada, logo fui procurar saber o deck dele e rolou aquele alívio de saber que eu finalmente ia pegar um sapo. O primeiro jogo começou muito ruim pra nós dois com ele dando quaking punch em um groudon ativo e eu conseguindo armar um Groudon normal no banco. Depois de matar o Groudon e continuar zicado ele puxou meu Groudon desceu head ringer e bateu. Eu continuei ligando energia até completar 5 no Groudon e com o dano de um rip claw mais o de um massive rende consegui matar tanto o sapo quanto o dragalge que ele mandou pra frente. O segundo jogo foi muito mais tranquilo, não me lembro se o jogo dele chegou a funcionar, mas eu consegui setupar um primal no banco e depois que eu mandei ele pra frente e matei os dois primeiros sapos o Rafael viu que não tinha o que fazer e concedeu.

4/0/1

Neste momento eu sabia que muitos sapos estavam iguais a mim em pontos e estava confiante de jogar contra eles. Até que um dos meus problemas surge.

Rodada 6 – Raphael Branco (VirGen/Ninetales)

Eu já havia treinado contra esse deck algumas vezes e sabia do problema que era a ninetales. No jogo a troca de prizes estava bem controlada pra mim e depois dele levar uns 2 wobbuffets eu devolvi levando o Virizion e ele foi forçado a não matar meu primal devido ao focus sash. Minha chance de vitoria estava em combinar um scramble switch do primal pra um Groudon normal transferindo 3 energias normais e 1 strong e usar shaymin de 5 em busca do segunda strong, o que deiaxria ele sem energia no deck e forçaria o trump card. A strong não veio e eu bati só 150 fazendo ele ganhar a partida com o megalo cannon pegando 4 prizes. O segundo jogo foi muito mais fácil pra ele. O Branco controlou as energias melhor e eu nem tive chance.

4/1/1

Rodada 7 – Bruno Paixão Fontura (Seismitoad/Shaymin/Slurpuff)

Antes dessa rodada oficialmente começar houve um rêemparceiramento, que me ajudou bastante. Originalmente eu jogaria contra o Tadashi e seria uma mirror bem chata, por sorte peguei um sapo. Eu não me lembro muitos detalhes dos jogos por terem sido muito rápidos. Apenas que eu dei um missplay de descer um segundo groudon no segundo jogo que abriu espaço pra um lysandre e uma enrolação de alguns turnos. Mas como alguma hora ele tinha que matar, depois disso foi só usar alguns gaia volcanos. 2×0 sem muitas dificuldades.

5/1/1

Depois de ganhar essa partida me contaram que alguém que também estava 5/1/1 estava usando um deck de skarmory/cobalion/klinklang plasma, um deck que se eu enfrentasse, o meu único modo de ganhar era caso ele zicasse. Quem estava perto de mim nesse momento sabia o quanto eu estava com medo de enfrentar esse deck.

Rodada 8 – Vinicius Henrique La Padula (Manectric/Garbodor)

Além dessa matchup ser totalmente desfávoravel pra ele, pois que troca de prizes não é justa, o Vini zicou o primeiro jogo pra caramba. No somatório de prizes que ele pegou nos dois jogos, ele matou somente um wobbuffet. Mais um jogo favorável pro meu deck que eu ganhei sem dificuldades. Principalmente por ter começado a atacar com o Groudon em ambos os jogos já no terceiro turno.

6/1/1

Nesse momento eu estava a uma vitória do top,mas ainda estava com muito medo de enfrentar o deck de klinklang que também havia ganho nessa rodada.

Rodada 9 – Giorgio Locatelli (Manectric/Keldeo/Suicune)

Esta foi definitivamente a partida mais disputada do campeonato inteiro. O Giorgio sabia perfeitamente como jogar contra o meu deck. Em todos os jogos ele descia o menor número possível de EX e os 3 suicunes que ele usava.

O primeiro jogo começou bom pra ele e com uma zica minha. Depois dele conseguir montar 3 suicunes com energia não me restou opção a não ser conceder. O segundo jogo começou melhor pra mim consegui montar o primal com hard charm que resistia a 5 ataques dos suicunes. Já que o Giorgio não usava muscle e ele acabou baixando 2 manectric, o que facilitou bastante a minha vida, porque eu precisei levar os dois e matar 2 suicunes com silent lab, que estiveram na minha mão nas horas certas. O terceiro jogo ele começou com uma munna e não desceu nenhum manectric. O único EX foi um Keldeo, nesse momento eu sabia que ia ter q matar os 3 suicunes, a munna e o Keldeo. O Giorgio acelerou o jogo e começou a buscar os suicunes qualquer custo no início e por isso foi forçado a descartar muitas energias. Isso atrasou a energização dele e me deu tempo pra buscar meus silent labs e o lysandre pra matar o Keldeo. Em certo momento do jogo eu tinha dois prizes, já havia decartado um silent lab e ia descartar o outro naquele mesmo turno pra matar um suicune e por isso fui obrigado a usar trump card. Após esse turno eu e o Giorgio vimos que não tinhamos muito tempo e começamos a jogar o mais rápido possível pra evitar o empate. O meu jogo passou a consistir em tomar N comprar um vs seeker pra juniper e torcer pra ver se vinha o último silent lab. Depois dessa cena se repetir algumas vezes, uns 4 Ns serem usados, em uma das Junipers o Silent Lab veio e eu finalmente matei o terceiro Suicune.

Depois dessa partida eu já estava exausto, afinal, eram 9 rodadas. Fiquei no aguardo para saber meu oponente do top. Feliz porque o metal havia perdido e eu não tinha uma autoloss no top. Quando ouvi meu nome em terceiro fiquei bastante feliz, mas não durou muiito tempo, até eu descobrir que ia jogar contra o Sid no top. O único deck que não rodava em torno de EXs e definitivamente um dos meus maiores problemas, junto do land/bats do dyego, mas isso fica pra depois.

Entre esse momento e o início do nosso jogo eu pensei várias vezes em como poderia ganhar de um deck Flareon/Leafeon/Golbat e já havia concluído que o único meio era ele zicar horrores em uma das partidas, um pouco em outra e o meu deck rodasse perfeito.

Top 8 – Sid Guimarães (Flareon/Leafeon/Golbat)

O primeiro jogo o Sid teve um começo razoável, mas so conseguiu descer dois eevees pois tinha 2 no prize. Eu levei dois prizes com um primal, sem tomar dano. Quando o Sid decidiu atacar de flareon eu usei korrina pra Groudon e scramble, transferindo as 4 energias do primal para o Groudon e liguei um focus sash, o que acabou com as chances dele de me dar OHKO de leafeon, forçando um ataque de golbat. Isso me possibilitou que eu desce um lysandre no turno seguinte no leafeon e por ter 2 eevees no prize, o Sid foi forçado a usar o trump card e ficou muito atrasado. Com a vantagem em minhas mãos eu só tive que tomar cuidado pra não por muitas energias em campo e morrer pro leafeon e por isso o máximo que o Sid conseguiu fazer depois foi deixar um primal com 20 de vida. O segundo jogo eu abri sem nada pra fazer e me lembro de ter matado um eevee com o ataque e ter tomado 190 do flareon no t3. Como sem sorte ninguém sai de casa, era a vez dele de zicar. Eu comecei ligar energia no Groudon do banco e passei. O Sid abriu de exeggute, usou compressor e viu que o outro estava no prize. Usou 2 trainers’ mail pra conseguir puxar um N. Mesmo assim não fez ele conseguir um Pokémon. No meu turno foi usar scramble switch energia e GG.

Top 4 – Renato Christian (VirGen)

Só de saber que ele não usava ninetales, eu já achava a partida mais fácil. O primeiro jogo começou bem pra mim e meio travado pra ele. Enquanto ele não conseguia descer genesect pra energizar eu fui armando dois groudons no banco. Depois que eles já estavam armados foi só ir pra frente e começar com os gaia volcanos. Ele tentou sobreviver só de emerald slash mas nao foi suficiente.

O segundo jogo foi mais disputado, mesmo ele tendo começado sem ligar energias, o Christian conseguiu montar dois genesects no banco. Eu consegui obter uma vantagem após usar lysandre em um dos Genesects e botar um hard charm no Groudon (o que o impedia de me matar com o segundo) forçando mais um emerald slash e permitindo que eu desse vs seeker em lysandre pra levar o segundo genesect. Após isso ele tentou me travar com N, mas com sorte eu consegui a Juniper que me deu um estádio e a vitória.

Um turno antes da minha vitória eu via o Dyego comemorar a vitória contra o Magicarlos, o que era um grande problema pra mim, devido a fraqueza que o deck de Groudon tem contra land/bats. Ainda sim eu já estava na final, não era pouco. Depois de ver o Perverso, que também é do Rio, ganhar a final na sênior, minha vontade só aumentava, mas eu fui pra final com os pés no chão principalmente por reconhecer as minhas desvantagens.

Final – Dyego Rathje (LandBats/Primal Groudon)

O primeiro jogo eu consegui abrir com o setup perfeito, wobbuffet no ativo e korrina na mão pra groudon e hard charm, pra nao ficar tão vunerável ao landorus. T2 eu consegui fazer primal mas sem a segunda energia (ou eu não liguei no primeiro e liguei nesse) do jeito que tinha que rolar pra eu poder ganhar. O problema era o fato de que o deck do Dyego estava rodando normalmente também, o que me ferrava bastante. Depois de tomar um N pra 6 e vir com a combinação perfeita de cartas que eram: 2 mega turbo; 2 energias; um scorched earth. Subi o Groudon logo no T3 levando dois prizes e ainda com uma boa quantidade de hp sobrando, o que me deu a confiança de que era possível ganhar. Dyego respondeu batendo de hawlucha e o groudon foi tankando e levando prize enquanto outro era armado no banco, mas sem o spirit link eu não conseguia evoluir (já que não tinha condições de perder um turno de ataque). Quando eu consegui pegar 4 prizes e meu Groudon estava pra morrer, o dyego deu N pra 2 em mim e me zicou por muito tempo. Pra sair da zica eu tive que descer um shaymin, foi o que me fez perder em um lysandre.

O segundo jogo, teve um início muito ruim pra mim. Eu não consegui buscar o hard charm e por ter 2 mega turbos no prize não consegui acelerar a energização. Com o jogo já muito ruim pra mim o Dyego ligou um focus sash em um landorus. Sem o scramble switch no deck (também no prize) eu teria que usar dois gaia volcanos pra matar. Depois disso não demorou muito para que eu concedesse porque já estava impossível de ganhar.

Conclusão

Terminei o torneio em segundo, já estava feliz porque entrei no nacional com o objetivo de ficar no mínimo no top 8 e ultrapassei isso. Além de terminar como melhor do rio e poder chamar todos de lixos, como de costume.
Ainda sim queria agradecer ao pessoal do Rio que treinou comigo, todos que foram, aos jabbas jabbas e qualquer lixo que me ajudou a não usar land/bats. O nacional termina por aqui (algumas semanas atrasado), mas depois do mundial eu volto pra contar como que foi ser campeão.

Galera do RJ!
Galera do RJ!
Jogador de Pokémon TCG desde os primórdios que não perde um campeonato por nada. Sua preferência é rogue mas não deixa de se arriscar de vez enquando no tier 1.
  • Aposto que contra o Renato Christian foi fácil hsuahsua